Os significativos cortes no orçamento federal nos últimos 12 meses, que têm afetado gravemente setores como saúde, educação e defesa. O Ministério da Saúde viu uma redução de R$ 4,5 bilhões, impactando o fornecimento de medicamentos e atendimentos básicos.
Na educação, o bloqueio de R$ 1,6 bilhão ameaça a distribuição de cerca de 30 milhões de livros escolares, afetando milhões de alunos.
O setor de defesa também enfrenta dificuldades, com apenas uma fração do orçamento previsto sendo executada, atrasando projetos essenciais e comprometendo a segurança nacional. Em contrapartida, as emendas parlamentares aumentaram significativamente, levantando questionamentos sobre a alocação de recursos e as prioridades do governo. Essa situação gera preocupações sobre o futuro das políticas sociais e de segurança no país.
Enquanto isso, as emendas parlamentares registraram um aumento expressivo, saltando de R$ 40,8 bilhões em 2024 para R$ 50,3 bilhões em 2025, um crescimento de mais de R$ 9 bilhões em apenas um ano. Esse montante representa 27% das despesas discricionárias da União, evidenciando um desequilíbrio na alocação de recursos. O aumento vertiginoso das emendas contrasta com os cortes em áreas essenciais, levantando questionamentos sobre as prioridades do orçamento público e o impacto nas políticas de bem-estar social e segurança.
Fonte: Revista do Ceará