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COP30 é alvo de críticas do Panamá
Por Agostinho Alcântara
Publicado em 24/08/2025 22:36 • Atualizado 24/08/2025 22:40
Internacionais

 

Aqui vai um resumo estruturado do que você trouxe, já com os principais pontos destacados da crise da COP30 em Belém:

 

⚖️ Contexto da crise

  • Tema central: preços abusivos das hospedagens e baixa oferta de acomodações em Belém (PA), sede da COP30 (2025).
  • Cenário atual: delegações internacionais consideram inviável participar, especialmente países em desenvolvimento, devido ao custo e à logística.

  

️ Reunião na ONU 

  • Realizada em 22 de agosto (sexta-feira), foi a 3ª vez que o Brasil prestou esclarecimentos às delegações.
  • O governo brasileiro:
    • Disse que não pode subsidiar hospedagens.
    • Reafirmou que a COP30 será em Belém, sem mudança de sede.
    • Anunciou a criação de uma força-tarefa para apoiar delegações na busca de acomodações mais acessíveis.

Reação do Panamá 

  • Juan (João) Carlos Monterrey, representante do Panamá e presidente do Bureau da COP, publicou sua fala nas redes sociais.
  • Principais críticas:
    • As demandas de todos os países “parecem entrar por um ouvido e sair pelo outro”.
    • Descreveu as reuniões como uma “realidade paralela”, com tempo desperdiçado.
    • Disse que os representantes estão sendo “feitos de tolos”.
    • Pediu à ONU que apoie um pedido formal de mudança de sede da COP30.
    • Preços das hospedagens

 

 

  • Apuração do g1:
    • Grande parte das acomodações disponíveis não está na rede hoteleira, mas em casas de família.
    • Valores a partir de US$ 350 (≈ R$ 1,9 mil) por noite.
    • Alguns relatos anteriores indicam preços que chegam a milhares de dólares, reforçando a percepção de abuso.

 Impacto na participação

 

  • Menos da metade dos países confirmaram presença até agora:
    • 47 dos 196 esperados.
  • Risco de exclusão de diversas delegações e ONGs, o que compromete o caráter multilateral do evento.

 

 Esse movimento do Panamá marca uma escalada diplomática, porque deixa o tom das críticas muito mais público e direto contra o Brasil, elevando a pressão para que o governo encontre soluções rápidas e convincentes.

 

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